13/01/2014

Procon pode estar em Apodi-RN nos próximos dias fiscalizando o preço da gasolina!


Consumidor pode denunciar e direcionar fiscalização; saiba como.
O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) do Rio Grande do Norte “declarou guerra” contra os postos de combustíveis do estado que insistem em praticar preços abusivos.

O órgão já anunciou que não vai tolerar preço acima R$ 2,87 (para a gasolina). Em Natal, postos já foram multados. O próximo passo da fiscalização é o Seridó e, logo depois, a região Oeste. O consumidor terá papel decisivo nessa “guerra”: denunciando os abusos pelo RN. 

A forma de denuncia é extremamente simples. O consumidor que flagrar qualquer posto do Rio Grande do Norte, vendendo gasolina acima de R$ 2,87 (o que ocorre praticamente em todos os municípios), pode informar ao Procon enviando um e-mail. O órgão exige apenas que seja enviada uma prova do abuso, que pode ser uma fotografia que mostra o preço praticado pelo revendedor ou uma imagem do cupom fiscal. Dessa maneira, denunciar foi mais fácil.

Por meio de nota à imprensa, o Procon/RN anunciou que estará em Mossoró e cidades da região Oeste durante os próximos dias. O primeiro ponto da agenda é a região Seridó. Os fiscais irão visitar Currais Novos e Caicó. Depois disso seguem para o Oeste. A rota é definida justamente a partir das denúncias feitas pelos populares. É justamente por isso que o consumidor terá papel decisivo neste trabalho. Quando mais denúncia, mais fiscalização.

A medida mais rígida está sendo adotada a partir de um comparativo feito entre o preço que é praticado pelos empresários do Rio Grande do Norte e aquele que é verificado em outras cidades da região Nordeste. A diferença, segundo o Procon, é inexplicável. Não haveria uma justificativa aceitável para explicar tamanha divergência entre os preços daqui com os outros.

COMO DENUNCIAR?

Basta ter uma imagem que comprove o abuso e encaminhá-la para o e-mail rnconsumidor@gmail.com, informando a localização do posto. Quanto mais denúncia, maior será a possibilidade dos fiscais inserirem aquele ponto na sua rota de fiscalização.
Do Jornal de Fato
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