13/01/2014

EM QUATRO HORAS, QUASE 100 MOTORISTAS BÊBADOS SÃO FLAGRADOS


A Polícia Rodoviária Estadual e o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) flagraram 98 motoristas conduzindo veículos automotores. As apreensões foram realizadas em uma barreira de apenas quatro horas que foi montada na Rota do Sol, próximo à Pium, em Parnamirim. A intenção era justamente fazer cumprir o que determina a Lei Seca.

O resultado da operação realizada na sexta-feira passada (10) foi divulgado hoje (14) pelo Detran do RN, por meio de nota à imprensa. O trabalho foi feito em parceria pela Polícia Militar, através do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) e os agentes da Coordenadoria de Educação e Fiscalização de Trânsito do Detran norte-rio-grandense.

Durante as 4 horas da ação foram realizados diversos testes de bafômetro e 98 motoristas tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida por se encontrarem dirigindo sob efeito de álcool. 26 condutores foram detidos e levados à Delegacia de Plantão Zona Sul por ser averiguado que o nível de álcool por mililitros de sangue presente era igual ou superior a 0,34mg/l, o que é configurado no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) como crime, enquanto outros 72 receberam penalidades administrativas.

No total foram registrados 119 autos de infração e dezenas de motoristas receberam informações direcionadas a conscientização de respeito ao CTB, que proíbe o uso do celular ao volante, excesso de velocidade, dirigir alcoolizado, entre outras restrições. “As operações de fiscalização de trânsito vão continuar durante todo o ano, pois elas são de extrema importância para minimizar o número de acidentes ocasionados pelo descumprimento da legislação”, informou o chefe de gabinete do Detran/RN, Manuel Ferreira.

O motorista flagrado dirigindo embriagado é punido com apreensão da CNH, além da multa no valor de R$1.915,30. Se o teste acusar mais de 0,34 mg/l de álcool por litro de sangue no organismo ele também é preso e responderá penalmente pelo crime, que pode resultar em pena de seis meses a três anos de prisão.

Fonte:Marcos Antonio
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