Polícia detalha ação de quadrilha que usava nomes de mortos Eis a reportagem em texto e vídeo (aqui) veiculada há pouco no programa Fantástico, sobre quadrilhas que usavam dados de milionários que tiveram mortes trágicas que causaram grande repercussão. O líder mora em Natal, onde tudo era comandado. Todo o trabalho realizado foi unicamente da Polícia Civil do RN, que merece todos os louros e aplausos, sob a coordenação do delegado Ben-Hur Medeiros, com o apoio total do delegado-geral da PC, Fábio Rogério. Um cartão de crédito sem limite de gastos válido até 2015 em nome de Marcos Kitano Matsunaga. O cartão é verdadeiro. Até poderia ser usado, se não fosse um detalhe. O diretor-executivo do grupo Yoki já tinha sido esquartejado pela mulher havia quase um mês, quando alguém se passou por ele e pediu a emissão do cartão. Burrice ou ousadia? O departamento antifraude do banco começou a investigar quem estava fingindo ser Marcos Matsunaga. Com a ajuda da polícia, veio a resposta: “Por que o Marcos Matsunaga?”, perguntou o repórter. “Porque é uma pessoa que tem um limite bom e tem um cadastro bom perante as instituições financeiras”, respondeu o golpista. As investigações revelaram que o esquema era bem maior. Um golpe milionário, planejado não só por uma pessoa, mas por uma quadrilha especializada em se passar por gente rica que já morreu. Os criminosos conseguiam, além de cartões de crédito, financiamentos de carros de valores altos. E depois, gastavam à vontade. Tudo no nome dos mortos. Pela televisão e pela internet. Leia mais AQUI

Eis a reportagem em texto e vídeo (aqui) veiculada há pouco no programa Fantástico, sobre quadrilhas que usavam dados de milionários que tiveram mortes trágicas que causaram grande repercussão. O líder mora em Natal, onde tudo era comandado.
Todo o trabalho realizado foi unicamente da Polícia Civil do RN, que merece todos os louros e aplausos, sob a coordenação do delegado Ben-Hur Medeiros, com o apoio total do delegado-geral da PC, Fábio Rogério.
Um cartão de crédito sem limite de gastos válido até 2015 em nome de Marcos Kitano Matsunaga. O cartão é verdadeiro. Até poderia ser usado, se não fosse um detalhe.
O diretor-executivo do grupo Yoki já tinha sido esquartejado pela mulher havia quase um mês, quando alguém se passou por ele e pediu a emissão do cartão. Burrice ou ousadia?
O departamento antifraude do banco começou a investigar quem estava fingindo ser Marcos Matsunaga. Com a ajuda da polícia, veio a resposta:
“Por que o Marcos Matsunaga?”, perguntou o repórter.
“Porque é uma pessoa que tem um limite bom e tem um cadastro bom perante as instituições financeiras”, respondeu o golpista.
As investigações revelaram que o esquema era bem maior. Um golpe milionário, planejado não só por uma pessoa, mas por uma quadrilha especializada em se passar por gente rica que já morreu.
Os criminosos conseguiam, além de cartões de crédito, financiamentos de carros de valores altos. E depois, gastavam à vontade. Tudo no nome dos mortos. Pela televisão e pela internet.
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